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Toda a documentação relativa a comentários/intervenções no Blog encontra-se no site http://puportosaúde.pt.vu (ou pups.med.up.pt) na secção "Especial Referendo"
Obrigado pela visita :)
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«Um aborto é sempre um drama. Independentemente da razão que esteja associada à sua prática, constitui sempre uma violência física e emocional para a mulher que o pratica.
Todos reconhecem isto.
O recurso ao aborto é, na maior parte das vezes, consequência de um conjunto de pressões exercidas sobre a mulher grávida. Existem pressões de diferente natureza: social, económica, profissional… Na realidade, muitas vezes a mulher que se sujeita ao aborto não é mais do que uma verdadeira vítima.
A liberalização do aborto dará força a estas pressões, fragilizando a posição da mulher e reduzindo-lhe a capacidade de decisão.
O aborto livre pode trazer vantagens a muitos, inclusive para aqueles para quem o aborto constituirá um bom negócio, mas não constituirá, seguramente, um verdadeiro direito para as mulheres. »
in Independentes pelo Não
Juramento de Hipócrates
"Ao ser admitido como membro da profissão médica, juro solenemente consagrar a minha vida ao serviço da Humanidade.
Guardarei o respeito e o reconhecimento que são devidos aos meus mestres.
Considerarei a saúde do meu doente como meu primeiro cuidado.
Respeitarei o segredo que me for confiado.
Manterei por todos os meios ao meu alcance, a honra e as nobres tradições da profissão médica.
Os meus colegas serão meus irmãos.
Não permitirei que considerações de religião, nacionalidade, raça, política ou condição social se entreponham entre o meu dever e o meu doente.
Guardarei respeito absoluto pela vida humana desde o início, mesmo sob ameaça.
Não farei uso dos meus conhecimentos contra as leis da humanidade.
Faço este juramento solenemente, livremente e pela minha honra. "
A Medicina e as outras profissões de saúde são um compromisso de respeito e serviço perante a vida, em todas as suas etapas.
Na tua opinião, aborto a pedido é um cuidado de saúde?
No dia 27 Janeiro, às 19:45, a sala D. Maria na Alfândega do Porto encheu-se de médicos, profissionais de saúde, estudantes e cidadãos, para a Sessão de esclarecimento do grupo cívico Somos Médicos, por isso Não.
A PUPSim-ou-Não esteve lá.
Um momento alto da noite foi a ecografia em directo de um embrião de 8 semanas e meia, apresentada pelo Prof. Dr. Nuno Montenegro. A visualização nítida dos movimentos e circulação sanguinea, e a audição dos seus batimentos cardíacos encheu a sala de evidência científica, e provocou um aplauso sentido. A saúde da mãe foi igualmente alvo de atenção e preocupação nesta sessão.
Este grupo de médicos colocou, à disposição da sociedade, informação que possibilita a decisão consciente e informada no dia 11. Aconselhamos a espreitar e divulgar o site http://www.medicosporissonao.com/
DN070122
"Nos debates sobre o aborto, os argumentos invocados são uma multiplicidade impressionante. Fala-se de tribunais e maternidades, clínicas espanholas e classes sociais, prisões, embriões, semanas, impostos e decretos-leis. No meio de assuntos tão variados, apresentados de forma tão intensa, é fácil perder de vista o essencial.
Ninguém duvida que a questão do aborto cruza problemas distintos.
Mas ele nasce de um dilema muito simples, e muito doloroso, situado no seu núcleo essencial. É esse dilema que gera a enorme dificuldade da questão e motiva o debate tão decisivo e apaixonado. Todos os outros aspectos e pormenores perdem o valor perante esta dualidade elementar.
Na questão do aborto voluntário verifica-se a contraposição entre dois valores básicos e fundamentais: o direito à liberdade da mãe e o direito à vida do embrião. Aliás, os próprios movimentos que se opõem manifestam isto mesmo, ao denominarem- se respectivamente "pela escolha" e "pela vida". Assim, a resposta à pergunta do referendo apresenta-se de forma cortante. Quem acha que a liberdade da mulher para determinar a sua vida e o seu corpo é essencial deve votar "sim". Quem pensa que o direito à vida do embrião é dominante deve votar "não".
Ninguém duvida que cada um destes direitos representa algo de essencial na dignidade humana. O específico no debate do aborto é que cada um deles, sendo fundamental, se opõe ao outro que é igualmente fundamental. Assim, de certa maneira, ao defender um se está implicitamente a menosprezar o outro. Isto é que torna a questão tão angustiante. A sua dificuldade vem precisamente deste custo: secundarizar e diminuir algo de vital ao proclamar um aspecto também vital." (...)
Proposta recebida por e-mail:
Caros Amigos,
Foi criado o movimento "Somos Médicos, por isso NÃO."
Este grupo conta com o apoio de todos os movimentos cívicos do Não, e tem por objectivo criar uma dinâmica junto da classe médica pelo NÃO ao aborto.
Nesse sentido pedia a vossa ajuda para a recolha de assinaturas de médicos ou estudantes de medicina que queiram aderir à declaração de princípios deste movimento (disponível em http://puportosaude.pt.vu, na plataforma "Especial Referendo").
Para qualquer dúvida poderão sempre contactar o Dr. Roberto Roncon (TLM: 916461560)
Um abraço,

. Documentos
. Site da PUPS com documentação
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. Pastoral Universitária Porto
. Propostas dos intervenientes
. Associação de Defesa e Apoio à Vida - Viseu
. Huum e tal... NÃO (ao aborto)
. Relances
. A lei